Há um lácteo sáxeo comprimido: opressa forma de pacto.
Há um sexo electro complexo: imenso bordel de falos.
Há um caso de amor sem máscara mortuária: ríctus explícitos engendrando
Há o perpétuo ir do rio no meu devir. De tanto ires o espaço ficou repleto de nada: que invade o meu tédio a tua indignação.
Há a enzima infecciosa mordendo meu desgosto: látego salivar escorrendo em dor de teus injuriados ossos.
Lateja o graxo líquido do corpo, seiva pronta ao jacto: cristais de areia oxigenando o invólucro
A miséria pétrea com sabor glacê arrastando-se por sua crucis via em larvar espécies: rebuçado confeito no sabor da sanha de um Senhor ACM.
A crônica dos agraciados: a inconsistência de FHC possuída de misters Ms surfando em ondas de ter ser.
A desconcentração humana desvinculada reivindicando invectivando investida de obcenos planos.
A polética do doutor Brito broca infinda brotável mas ainda antibrítea.
As cinzas desta fala no fim de tua leitura. O fogo dessa bobagem frigindo esta amargura.
As lavras dos meus dentes incensando essa indigência pífia, mas viva e indevidamente chamada poesia.