Neste século que se encerra, que temos?
A doce flor da surpresa a cada palavra do pai; a cada palavra da mãe.
Que temos? A missão de vida escavada como a lavra mais antiga renovada a cada dia.
Socavão de segredos que a vida nos reserva. Dali o metal mais precioso escorre: sangue em seus veios, em nossas veias: fomento de almas.
O conceptor de genomas concede patentes para que a clonagem nos redima? mais nos divida?
Há um ciclo evolutivo de perdas e danos. Até quando?
Um século é grande e os desenganos de seus ranços místicos. Imenso um milênio e efêmeros, e fragílimos os nossos ganhos.
Há a marca homem. Carimbada de Deus por Cristo?
Há a marca homem e sua história. Cem anos de horizontes se abrem às suas ordens.